sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Paciência




Gosto de pensar a paciência como uma virtude que se desenvolve no decorrer de toda a vida. Feliz ou infelizmente, ela é desenvolvida no rio da vida com situações em que é exigida como a única saída, circunstâncias as mais estressantes possíveis.

Quer desenvolver paciência? Fique grávido! Tenho descoberto que essa é uma das melhores maneiras de desenvolver a tal paciência. Somos expostos quase que diariamente a situações em que ela é exigida, e não há outra forma de sobreviver a essas situações se não for pela paciência.

São pedidos de comida em plena madrugada, variações de humor, desejos incontidos, vontades antes nunca tidas, emoções a flor da pela, etc, etc, etc, nas quais a única maneira de sobreviver é tendo paciência, e uma boa medida dela (uma delas no momento em que escrevia esse post...rsrs).

Paciência deriva do latim, e quer dizer suportar, aguentar ou sofrer junto. A paciência aplicada a gravidez sugere que não são apenas as mulheres que sofrem com as agruras desse período, mas nós, os grávidos, com paciência, sofremos juntos!

Creio que a paciência desenvolvida na gravidez é algo que não aprenderia de outra forma. Por isso vejo todas essas situações sob uma ótica positiva, pois essa virtude desenvolvida ao longo desses 9 meses vai me acompanhar por toda a vida. Creio que Franklin estava certo ao dizer que “Aquele que tiver paciência terá o que deseja”.

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